Como área do conhecimento, a Astrologia vai muito além de
uma ferramenta que calcula os astros em um Mapa Astral. Existe um saber sobre a
dinâmica da vida, que está implícito na leitura astrológica. A própria
estrutura circular do Mapa Astral já se apoia no fato de que os planetas no céu
se movimentam em círculos, a influência deles em nossa vida, no planeta Terra,
permite dessa forma que tudo que vive por aqui se desenvolva de forma cíclica.
A partir daí, podemos descobrir uma série de mecanismos
característicos do funcionamento da vida como um todo, e que afeta a nossa
existência individual, assim como todos os demais setores da vida na Terra.
Somos parte da existência que sempre se movimenta em busca de evolução, de crescimento, de progresso, e para
isso precisamos passar pelas fases de expansão e retração, como forma de encher
e esvaziar o espaço interno. Nesse fluxo, aderimos a novos conhecimentos e
dispensamos formas ultrapassadas de vivenciar a nossa vida.
Essa é a grande função do saber astrológico, nos capacitar a
entender em que momento exato iremos vivenciar um tipo específico de
aprendizado e qual a forma que ele pode tomar para que esse aprendizado
aconteça. As possibilidades são infinitas. Em um determinado momento, podemos
experimentar grandes conquistas em um setor e em outro uma forte baixa. Ou tudo
junto e misturado, onde parece que tudo acontece na mesma hora.
Crise é um termo que possui dois significados
embutidos, aparentemente dissonantes, mas na verdade profundamente
interligados. Segundo o saber oriental, o momento de crise nos permite ficar
diante do risco e da oportunidade (os chineses usam
esses dois ideogramas para se referir ao termo crise). Na verdade,
é essa a grande chave para conseguirmos decifrar a razão de vivermos, de vez em
quando, um momento de muita dor.
Se formos pensar melhor, as fases de grande expansão também
são momentos de crise, pois estamos diante de algo novo, que geralmente é
bastante desafiador. Nem sempre notamos, mas crescer também dói. Quando
decidimos encarar uma oportunidade, estamos nos arriscando a reestruturar a
nossa vida, para acomodar a nova situação ao que existia antes. E não é só
somar a parte nova, mas reformular também a antiga. Ao finalizar o processo de
adaptação, descobrimos que somos uma pessoa renovada, mais enriquecida com as
experiências vividas e (quem sabe) mais livre.
Já nos momentos de maior sofrimento, em que nos deparamos
com circunstâncias que nos exigem uma retração (voluntária ou não), esquecemos
que aí também há uma oportunidade. A maior dificuldade nestes momentos, é
conseguir desapegar daquilo que não nos traz mais crescimento, não nos faz mais
bem. É um desafio para a alma deixar ir, pois é natural querermos sempre
agregar. Só que existe um saber inerente à vida que nos diz que, de tempos em
tempos, devemos esvaziar, podar os galhos secos da nossa árvore. Para que ela, enfim, possa crescer mais leve e (quem sabe) mais livre.
Também vivemos as fases de calmaria... Nem todo mundo gosta,
mas há períodos em que não há muita turbulência ou que os acontecimentos são
menos dramáticos e envolvem menos riscos. Como também não nos são apresentadas
grandes oportunidades. Para isso, o saber astrológico também explica. São as
fases em que é importante experimentarmos uma estabilidade mais longa, para que
as sementes plantadas em tempos de crise, possam enfim crescer e dar suas
flores e frutos.
E o que acontece quando as flores e frutos são colhidas? Só
nos resta aceitar que mais um ciclo chega ao fim. Podemos deixar caírem as
folhas e apodrecerem os frutos no chão. Pois assim a terra se recolhe para
revitalizar seu solo, enriquecer sua base e se preparar para um novo plantio. É
um novo período de retração, uma crise que permite reavaliarmos o que foi
vivido e respeitar nosso tempo de reclusão. Em seguida, surge mais uma fase de
expansão, em que devemos deixar nascer, crescer, frutificar e... Declinar tudo
de novo, em mais um ciclo de nossa vida.
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terça-feira, 29 de setembro de 2015
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
RECORTES DE UM NOVO TEMPO
De tempos em tempos, o Universo parece querer que a vida
aqui na Terra passe para um novo estágio de desenvolvimento. Nos vemos diante
de situações novas, desafios inusitados e oportunidades inesperadas. Somos
indivíduo e vivemos por nós mesmos, mas também somos coletividade e vivemos
para o bem de todos que vivem aqui em nosso planeta.
Eclipses delimitam começos e fins necessários na nossa trajetória de vida. São os elementos surpresa positivos ou negativos, mas sempre desafiadores, que nos forçam a visualizar a nossa realidade sob uma perspectiva completamente impensada. No zodíaco, os Eclipses fazem a trajetória inversa aos planetas, pois andam na contramão da sequência de signos. Esse simbolismo pode ser interpretado como um recado do futuro, de algo que vai vir a fazer parte da nossa vida em um momento posterior. Mas que ainda está se ensaiando, começando a nascer. Por isso, é sempre recomendado estar atento aos acontecimentos que surgem nas proximidades dos Eclipses, pois são sinalizadores de algo que terá uma importância grande em nossa história futura.
Em um segundo momento, teremos os trânsitos da próxima quinta-feira, dia 17 de setembro. Uma data em que 3 grandes eventos celestes ficam exatos. Logo de madrugada, temos o alinhamento da oposição entre os planetas Júpiter no signo de Virgem com Netuno no signo de Peixes. Um eixo que pontua a importância dos nossos hábitos rotineiros e espirituais (respectivamente), como uma forma de nos manter conectados com nós mesmos, a nível físico e extra físico.
Aqui Netuno está mais forte (domiciliado) e causa um efeito nebuloso e desnorteador para as expectativas infladas, características de Júpiter enfraquecido (aqui em Virgem está em detrimento). Podemos estar vivenciando isso como um endeusamento de algo que está disfarçado, apresentando agora só o aspecto heroico e camuflando o lado sombra. Ou podemos estar diante de frustrações ou desilusões na nossa realidade, com pessoas ou acontecimentos. Pode estar caindo o véu que cobre algumas verdades.
O lado construtivo disso é que podemos ficar receptivos a insights, que surgem justamente na hora que essas pequenas desconexões acontecem na comunicação. No intervalo em que dizemos algo e a outra pessoa entende outra coisa (ou o inverso) e há uma quebra do raciocínio, uma ruptura na comunicação, é que surge então o famoso mal-entendido. Nestes momentos, existe um vazio cognitivo que dá espaço à intuição, a conexão com outras formas (mais sutis) de comunicação.
Tivemos que lidar com “os esqueletos no armário” (curiosamente,
foi nesse período que surgiu a febre dos zumbis no cinema e na televisão). Ou
mesmo “sair do armário”, para assumir características pessoais que
provavelmente não estávamos prontos para expor até então (notamos que, neste
período, as questões legais que envolvem os direitos do grupo LGBT vieram à
tona, mudando toda a forma como encaramos a sexualidade em nossa sociedade
contemporânea).
Quando buscamos sintetizar a lógica deste momento,
observamos que várias temáticas diferentes estão sendo colocadas em pauta nas
próximas semanas. Mexendo e remexendo com a nossa capacidade de adaptação às
mudanças apresentadas. O que exige de nós uma maior flexibilidade em nossa
forma de lidar com a realidade.
Um traço em comum, que une os diversos aspectos aqui
descritos, é a forte ênfase nos signos mutáveis, que dá a tonalidade dinâmica
para o momento. Vemos que a extremidade referente ao signo de Gêmeos está
ausente, sinalizando que as características positivas deste signo têm muito a
contribuir, na busca das melhores soluções para o que possa estar surgindo
agora. Especialmente quando usadas sensatez, como por exemplo a capacidade de
ser puramente racional diante de uma situação confusa. Abstraindo o conteúdo
emocional que possa distrair os envolvidos de visualizar a solução mais
construtiva. Especialmente, diante da energia nebulosa de Netuno-Júpiter, das
confusões de Mercúrio retrógrado e dos rigores morais de Saturno em Sagitário,
um pouco de racionalidade geminiana pode ser o tempero que faltava nesta sopa.
![]() |
| by Marcelo Dalla |
Se pararmos para observar o céu, lá está sinalizado como se
configura os novos padrões da realidade que nos espera logo à frente. E agora é
um desses momentos, pois nos vemos diante de um novo tempo. Não só vemos tudo
mudar rapidamente ao nosso lado, como vemos uma nova configuração planetária
que aponta diversas mudanças para a humanidade.
Primeiro que estamos no intervalo entre 2 Eclipses. Um período
sempre cheio de surpresas e, de modo geral, com uma elevada carga emocional em
diversos aspectos da vida. Domingo passado foi a vez do Eclipse Solar, uma Lua
Nova que abre espaço para um novo trajeto a ser vivenciado por nós e que deve
se desenrolar nos próximos meses. Daqui a alguns dias teremos o Eclipse Lunar,
uma Lua Cheia que expõe as tensões ocultas que precisam ter fim em nossa vida.
É um momento ainda mais carregado emocionalmente, pois é característico das
Luas Cheias o transbordar de conteúdos emocionais, tanto humanos como da
natureza em geral. E o Eclipse potencializa isso, às vezes permitindo surgir
uma situação de caos momentâneo.Eclipses delimitam começos e fins necessários na nossa trajetória de vida. São os elementos surpresa positivos ou negativos, mas sempre desafiadores, que nos forçam a visualizar a nossa realidade sob uma perspectiva completamente impensada. No zodíaco, os Eclipses fazem a trajetória inversa aos planetas, pois andam na contramão da sequência de signos. Esse simbolismo pode ser interpretado como um recado do futuro, de algo que vai vir a fazer parte da nossa vida em um momento posterior. Mas que ainda está se ensaiando, começando a nascer. Por isso, é sempre recomendado estar atento aos acontecimentos que surgem nas proximidades dos Eclipses, pois são sinalizadores de algo que terá uma importância grande em nossa história futura.
Em um segundo momento, teremos os trânsitos da próxima quinta-feira, dia 17 de setembro. Uma data em que 3 grandes eventos celestes ficam exatos. Logo de madrugada, temos o alinhamento da oposição entre os planetas Júpiter no signo de Virgem com Netuno no signo de Peixes. Um eixo que pontua a importância dos nossos hábitos rotineiros e espirituais (respectivamente), como uma forma de nos manter conectados com nós mesmos, a nível físico e extra físico.
Aqui Netuno está mais forte (domiciliado) e causa um efeito nebuloso e desnorteador para as expectativas infladas, características de Júpiter enfraquecido (aqui em Virgem está em detrimento). Podemos estar vivenciando isso como um endeusamento de algo que está disfarçado, apresentando agora só o aspecto heroico e camuflando o lado sombra. Ou podemos estar diante de frustrações ou desilusões na nossa realidade, com pessoas ou acontecimentos. Pode estar caindo o véu que cobre algumas verdades.
Na tarde do dia 17, temos o início da retrogradação de
Mercúrio (agora no signo de Libra), um período de 3 semanas que acontece em
média 3 vezes por ano. É um aspecto mais comum de ocorrer, mas inevitavelmente desorganizador
do nosso dia-a-dia. Isso porque Mercúrio é o planeta que sinaliza como lidamos
com as movimentações corriqueiras. Fazer pagamentos, ir ao banco, lidar com o
trânsito, conversar com as pessoas próximas, ler e escrever, fazer ligações,
marcar compromissos, arrumar a casa, consertar algum equipamento, comprar algo
necessário e por aí vai. Tudo isso está vulnerável a causar pequenos
transtornos em nossa vida.
Quando Mercúrio fica aparentemente retrógrado no céu (do
ponto de vista aqui da Terra), nossa comunicação e dinâmica diária se torna
introvertida. Ou seja, nos voltamos para dentro e percebemos o exterior envolto
de uma nuvem colorida por aspectos internos. O que é inapropriado, quando
falamos em lidar com a realidade externa. Por isso é que este período permite
que pequenas desconexões aconteçam em nosso dia-a-dia. O lado construtivo disso é que podemos ficar receptivos a insights, que surgem justamente na hora que essas pequenas desconexões acontecem na comunicação. No intervalo em que dizemos algo e a outra pessoa entende outra coisa (ou o inverso) e há uma quebra do raciocínio, uma ruptura na comunicação, é que surge então o famoso mal-entendido. Nestes momentos, existe um vazio cognitivo que dá espaço à intuição, a conexão com outras formas (mais sutis) de comunicação.
Por fim, já perto da madrugada, o planeta Saturno sai do
signo de Escorpião (por onde andou nos últimos 3 anos) e ingressa
definitivamente em Sagitário. Mudando assim o foco para onde nossos esforços
irão se concentrar pelos próximos 2 anos. Concluímos com isso uma fase em que
incríveis desafios, a nível emocional, colocaram em cheque a nossa realidade
interna (provavelmente, desconhecida até por nós mesmos).
Tivemos que lidar com “os esqueletos no armário” (curiosamente,
foi nesse período que surgiu a febre dos zumbis no cinema e na televisão). Ou
mesmo “sair do armário”, para assumir características pessoais que
provavelmente não estávamos prontos para expor até então (notamos que, neste
período, as questões legais que envolvem os direitos do grupo LGBT vieram à
tona, mudando toda a forma como encaramos a sexualidade em nossa sociedade
contemporânea).
De agora em diante, pelo menos até o final de 2017, iremos
lidar com desafios à estrutura ética e filosófica em nossa sociedade. As instituições
que sejam referência de “ordem e progresso” para a sociedade ou que sejam,
idealmente, disseminadoras dos valores éticos e conhecimentos a nível superior,
devem também passar por reformulações. Universidades de Ensino Superior deverão
ser foco de novas estruturas, novas propostas, para continuarem a ser
referência de saber e desenvolvimento intelectual. Senão, elas poderão passar
por uma baixa, com muita gente querendo sair, porque deixou de fazer sentido
estar lá. Muito dinheiro investido e pouca capacidade profissionalizante sendo
desenvolvida em retorno. Por outro lado, deve estar sendo cobrado e muito mais
valorizado pelo mercado, os profissionais que mostrem competência e um
currículo profissional recheado de boas experiências.
Outras temáticas sagitarianas devem vir à tona, como as
relações internacionais e as políticas de imigração. Aliás, já temos visto
grandes movimentos nessas áreas, até mesmo antes de Saturno ingressar em
definitivo no signo de Sagitário. O grande abalo que o mundo inteiro sentiu, ao
ver o drama dos imigrantes sírios, é uma referência da problemática que o
Saturno em Sagitário vem nos trazer. Pois agora é a hora de repensar a forma
como convivemos com o outro, que vem de fora do nosso país, carregado de sua cultura,
hábitos, religiões e idiomas estrangeiros. E que vem agregar novos conteúdos à
forma de viver do país de destino.
Quando buscamos sintetizar a lógica deste momento,
observamos que várias temáticas diferentes estão sendo colocadas em pauta nas
próximas semanas. Mexendo e remexendo com a nossa capacidade de adaptação às
mudanças apresentadas. O que exige de nós uma maior flexibilidade em nossa
forma de lidar com a realidade. quarta-feira, 9 de setembro de 2015
O MAPA ASTRAL DO BRASIL
Assim como acontece com todos nós, nosso país possui uma
data de aniversário, que é o dia na sua história em que se tornou autônomo. Depois
de ser conhecido pelo resto do mundo como colônia, o Brasil se tornou livre de
Portugal em 7 de setembro de 1822, às 16h15min no Rio de Janeiro (Dia da
Independência).
O mapa natal de um país funciona como o mapa de uma pessoa, ou seja, é como se no dia da independência ele tenha se tornado uma entidade livre (inclusive em termos burocráticos), capaz de funcionar por si mesma. Como um ser humano quando nasce e respira independente do corpo que o gerou. Depois deste acontecimento, a simbologia do mapa deste momento impregna a expressão de sua história dali em diante.
O mapa natal de um país funciona como o mapa de uma pessoa, ou seja, é como se no dia da independência ele tenha se tornado uma entidade livre (inclusive em termos burocráticos), capaz de funcionar por si mesma. Como um ser humano quando nasce e respira independente do corpo que o gerou. Depois deste acontecimento, a simbologia do mapa deste momento impregna a expressão de sua história dali em diante.
A partir deste mapa natal, somos capazes de analisar o
funcionamento atemporal do Brasil em suas diversas nuances, como a política, a
cultura, sua natureza, seu povo, as relações com outros países e etc. Além de
ser possível fazer um prognóstico de prováveis acontecimentos e temáticas a
serem lidadas agora ou em um momento próximo, através dos mapas de previsão.
É com essas técnicas que pretendo fazer uma breve análise,
sem nenhum foco específico dentro da astrologia. Em princípio, não tenho
pretensão de fazer uma análise política, até porque não costumo trabalhar com
astrologia política, nem costumo me posicionar publicamente sobre minhas
escolhas políticas. É somente um trabalho de análise astrológica.
Tendo isto em mente, podemos começar.
Aos olhos do mundo, o Brasil se apresenta como uma nação
exótica (ascendente em Aquário), humanitária e, apesar de insistir em algumas
posturas administrativas nebulosas (Urano conjunção Netuno, retrógrados, em
Capricórnio na casa 11), de um modo geral nosso país gera simpatia em relação
aos outros países.
Cultivamos naturalmente características amistosas e desprendidas de outras formas de se estruturar uma nação, ou seja, somos vistos como um país cheio de personalidade, incomparável com qualquer outro no mundo. O futebol brasileiro (associado ao signo de Aquário) também está aqui representado, pois ao longo de anos serviu de cartão de visita nacional para o resto mundo.
Cultivamos naturalmente características amistosas e desprendidas de outras formas de se estruturar uma nação, ou seja, somos vistos como um país cheio de personalidade, incomparável com qualquer outro no mundo. O futebol brasileiro (associado ao signo de Aquário) também está aqui representado, pois ao longo de anos serviu de cartão de visita nacional para o resto mundo.
Já a reputação pública (apresentada pelo Meio do Céu em
Escorpião), é de um país com enorme riqueza natural e uma inabilidade de
reconhecer isso como tesouro a ser preservado (Plutão a 0° de Áries na casa 2).
Além de estar claro para quem vê de fora que, se fosse bem administrado, esse
tesouro seria capaz de trazer mais poder aquisitivo para a população brasileira
e ser uma fonte de renovação natural para todo o planeta (Plutão quadratura com
Urano-Netuno em Capricórnio, todos retrógrados).
Uma característica intensa e
de forte sexualidade, mas contraditoriamente ingênua e imatura, aparece na
nossa cultura aos olhos de outras nações (efeito duplo: Plutão em Áries versus
Marte em Escorpião na casa 9). O Carnaval brasileiro está aqui representando neste
aspecto, com a nudez camuflada em desenhos pelo corpo e a grande sensualidade
do samba.
O povo brasileiro, visto como identidade grupal e movimento
das massas, está intimamente ligado aos aspectos instintivos que os une. Observamos
um povo versátil e que possui muitas facetas (Lua conjunção Júpiter em Gêmeos
na casa 4). Além de vermos aqui o lado negativo disso, que se mostra como uma
grande segregação nas classes sociais e o famoso (e escorregadio) “jeitinho
brasileiro”. No melhor aspecto, vemos um povo patriota e animado, que chora
junto pelas suas paixões nacionais e se enche de orgulho quando pequenas
vitórias são conquistadas mundo afora.
Aqui também está representada a riqueza
da miscigenação racial e as muitas culturas que vieram construir a população
brasileira. O que permitiu o surgimento de traços únicos no corpo e rosto dos
brasileiros, uma beleza reconhecida mundialmente.
O lado mais radiante e promissor do nosso país parece ser
também o menos óbvio (Sol no signo de Virgem na casa 7 em conjunção a Mercúrio
em Virgem, exaltado, na casa 8). O Brasil brilha nas parcerias. A grande sacada
para o surgimento de soluções e crescimento em qualquer setor da vida, está
associada a capacidade de fazer boas parcerias com outras nações.
Talvez o mais notável desse traço brasileiro seja a natureza receptiva e acolhedora com que recebemos tudo o que é estrangeiro em nosso país. De um modo geral, exaltamos o que é de fora em detrimento do que é nosso, o conhecido “complexo de vira-lata” dos brasileiros. Podemos parecer até meio bobalhões, cortejando os estrangeiros, os produtos e as culturas que vem do outro lado das nossas fronteiras (Sol na casa 7 e Vênus em Leão conjunção Nodo Sul).
Talvez o mais notável desse traço brasileiro seja a natureza receptiva e acolhedora com que recebemos tudo o que é estrangeiro em nosso país. De um modo geral, exaltamos o que é de fora em detrimento do que é nosso, o conhecido “complexo de vira-lata” dos brasileiros. Podemos parecer até meio bobalhões, cortejando os estrangeiros, os produtos e as culturas que vem do outro lado das nossas fronteiras (Sol na casa 7 e Vênus em Leão conjunção Nodo Sul).
Outra manifestação mais positiva desse traço (uma mistura
entre Virgem-casa 6, Leão-Sol e Vênus-casa 7) é a grande criatividade do nosso
povo. Tanto no campo artístico, como na forma de buscar alternativas inusitadas
para lidar com as limitações vividas pela grande população. Assim como na
capacidade de fazer piada dos próprios tropeços.
Como é inevitável enxergar, a maior limitação do nosso país
e aquilo que nos impede de aproveitar tudo de maravilhoso que temos ao nosso
dispor, na nossa cultura e natureza exuberante, é a forma com que o Brasil é administrado.
Nos deparamos então com a dificuldade que temos de organizar o país, com as
enrolações burocráticas intermináveis e com as excentricidades da nossa
política (Capricórnio na casa 12 e Saturno retrógrado na casa 3, regente do mapa).
O que também gera uma grande insegurança na autoestima do povo brasileiro e uma problemática real com o dinheiro. Seja por falta dele em grande parte da população ou pela corrupção política em nosso histórico como nação ou, até mesmo, pela vulnerabilidade a que somos expostos quando saímos na rua e podemos ser assaltados a qualquer momento (Saturno em Touro quadratura Vênus).
O que também gera uma grande insegurança na autoestima do povo brasileiro e uma problemática real com o dinheiro. Seja por falta dele em grande parte da população ou pela corrupção política em nosso histórico como nação ou, até mesmo, pela vulnerabilidade a que somos expostos quando saímos na rua e podemos ser assaltados a qualquer momento (Saturno em Touro quadratura Vênus).
Tendo como base essa estrutura simbólica em que o Brasil
está envolvido, podemos desenvolver uma análise do momento histórico que
vivemos. É inegável que estamos diante de mais uma encruzilhada em nosso
caminho como nação e lidamos agora com uma complexidade que nem os melhores
estudiosos conseguem decifrar. Eu também não consigo, mas posso aqui no meu
cantinho analisar despretensiosamente o mapa do Brasil e tentar ver algo
positivo para esse momento de tanta desesperança.
Inicialmente, vemos que o Brasil está finalizando um grande
ciclo pelo zodíaco (Sol-Marte progredidos nos últimos graus de Peixes). Um novo
grande recomeço está agendado para 20 de abril de 2017, quando o Sol progredido
entra no signo de Áries, onde já estará Marte progredido e Plutão natal, na casa
2. Isto representa uma situação de empoderamento diante do mundo, uma
restruturação da reputação do Brasil como nação aos olhos de todas as outras
nações. Pode significar também o desabrochar das riquezas nacionais, sejam
materiais, culturais ou mesmo no aspecto humanitário.
Mesmo com isso, não vai ser um caminho fácil, porque existem outras influências paralelas desafiando o país.
Mesmo com isso, não vai ser um caminho fácil, porque existem outras influências paralelas desafiando o país.
Deste ano de 2015 até boa parte de 2016, vemos o embate no
céu entre os planetas Júpiter em Virgem e Saturno em Sagitário (quadratura minguante).
Isoladamente, o planeta Júpiter tem muito a beneficiar o Brasil, por estar
fazendo conjunção ao Sol-Mercúrio em Virgem do mapa natal do país. Mesmo assim,
Saturno fala alto colocando em xeque toda a estrutura política e a base ética
dos poderes administrativo, legislativo e judiciário no Brasil.
A relação no céu entre Júpiter-Saturno já é conhecida como
fortemente ligada a economia mundial. Quando estes planetas interagem
negativamente, vemos crises e cortes no crescimento econômico de todo o
planeta, porque estão relacionados ao capitalismo e a estrutura da sociedade
que foi desenvolvida com ele. Como o momento agora é marcado por essa
quadratura e ainda com Netuno entrando no jogo para camuflar as soluções
criadas, vemos então um período de forte recessão para pelo menos 1 ano afrente. E o Brasil está bem no meio desse fogo cruzado (Júpiter em conjunção, Saturno
em quadratura e Netuno em oposição ao Sol em Virgem do mapa brasileiro).
Mas diante de muitas possibilidades ruins, o fato de Júpiter
estar iluminando as parcerias e o Sol do Brasil por 1 ano, podemos ver surgirem
sim soluções para alguns dos muitos desafios que temos no momento. Realmente,
como já temos visto, as figuras de autoridade no país vão continuar em xeque,
sendo cobradas e desafiadas a todo momento. As oportunidades devem ser
encontradas com os aliados fiéis ao Brasil, através das alianças que sejam
vantajosas para ambos. Pelos menos até setembro de 2016, o país deve estar
recebendo grande ajuda, como verdadeiros anjos-da-guarda da nação.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
ASTROLOGIA COMO AUTOCONHECIMENTO
Tão bom ver a Astrologia sendo bem representada!
Eduardo Weaver entrevista Marcelo Cintra e Maurice Jacoel
sobre como a Astrologia pode ser uma ferramenta
que contribua para o autoconhecimento,
dentro de uma abordagem transpessoal e vivencial.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
COMO LER OS ASTROS
Se você está aí, pensando em começar a estudar mais sobre
astrologia, mas sem saber por onde começar, certamente se vê diante da
problemática: como vou conseguir ler os símbolos astrológicos? Como conseguirei
fazer a interpretação de um mapa astral?
Enfim, diante daquela mandala cheia de pequenos desenhos e
traços geométricos, ligando de forma diversificada os pontos desenhados, como
assimilar o que aquilo tudo representa? Como ver um evento no mundo que pode
estar representado ali, bem na minha frente?
Na minha opinião, mais importante do que começar a fazer a leitura do mapa astral é entender como funciona a lógica da astrologia. E para entender isso é preciso abrir um pouquinho a mente para aceitar uma nova verdade, reveladora de fato, mas profundamente libertadora. É que a vida, embora a gente demore a acreditar, é simbólica. Ou seja, os fatos e símbolos estão sempre conectados. Acontecimentos vem sempre entrelaçados com símbolos diretamente associados a eles – antes, durante e depois que acontecem.
A razão de símbolos e eventos estarem sempre juntos é bem simples, mas faz sentido. É a forma que a vida encontrou para nos ajudar a lidar com tudo que acontece. Os símbolos são avisos, recados e também direcionamentos, pois o próprio símbolo guarda em si a solução de como melhor lidar com o acontecimento a ele associado.
Como nada na vida é por acaso, lidamos com a realidade de
agora como uma forma de dar novo significado a algo que ainda não aprendemos no
passado. Ou seja, o agora é um estágio no meio de um ciclo que envolve passado,
presente e futuro. O que vivemos hoje sempre guarda uma semente do passado e
também do futuro. A consciência disso e a capacidade de lidar bem com isso é
que permite a libertação de algo negativo, que podemos estar repetindo sem
saber e gerando assim uma condição ruim no dia de hoje.
Bom, essa sementinha que une passado, presente e futuro é
que está codificada no símbolo. É um padrão único, mas que se manifesta de
forma múltipla e é por isso que num momento inicial as pessoas que começam a
estudar astrologia acham muito difícil aprender a sua lógica.
Enfim, diante daquela mandala cheia de pequenos desenhos e
traços geométricos, ligando de forma diversificada os pontos desenhados, como
assimilar o que aquilo tudo representa? Como ver um evento no mundo que pode
estar representado ali, bem na minha frente?Na minha opinião, mais importante do que começar a fazer a leitura do mapa astral é entender como funciona a lógica da astrologia. E para entender isso é preciso abrir um pouquinho a mente para aceitar uma nova verdade, reveladora de fato, mas profundamente libertadora. É que a vida, embora a gente demore a acreditar, é simbólica. Ou seja, os fatos e símbolos estão sempre conectados. Acontecimentos vem sempre entrelaçados com símbolos diretamente associados a eles – antes, durante e depois que acontecem.
A razão de símbolos e eventos estarem sempre juntos é bem simples, mas faz sentido. É a forma que a vida encontrou para nos ajudar a lidar com tudo que acontece. Os símbolos são avisos, recados e também direcionamentos, pois o próprio símbolo guarda em si a solução de como melhor lidar com o acontecimento a ele associado.
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| by Isa Montenegro |
Bom, essa sementinha que une passado, presente e futuro é
que está codificada no símbolo. É um padrão único, mas que se manifesta de
forma múltipla e é por isso que num momento inicial as pessoas que começam a
estudar astrologia acham muito difícil aprender a sua lógica.
Assim como em outras metodologias de interpretação dos
símbolos (por exemplo, a leitura de sonhos, da escrita e da fala individual,
dos mitos e etc., que hoje são aceitas como científicas, assim como a leitura do
baralho, das linhas da mão, dos números e etc., consideradas místicas), a
astrologia é um sistema simbólico que traduz e representa os acontecimentos da
vida. A forma com que ela faz isso é através da disposição dos astros no céu,
visto do ponto de vista aqui da Terra.
Os métodos usados pelos astrólogos para fazer suas
interpretações são muito diversos e ricos, mas todos têm por base as regras de
leitura do mapa astral. Para isso se estuda os símbolos (desenhos) que fazem
referência aos planetas, signos, aspectos e casas do mapa astral. Daí vem a
técnica, a necessidade de estudar, pesquisar e, principalmente, observar. Observar
a vida, a si mesmo, as pessoas, os acontecimentos, sempre estudando os símbolos a eles
ligados, para desenvolver o olhar astrológico, que é a capacidade de fazer
associações entre o que está colocado no mapa astral e o que é vivido na
realidade.
sábado, 26 de abril de 2014
A EXPERIÊNCIA DA CONSULTA ASTROLÓGICA
O que é fazer o Mapa Astral?
Numa sociedade que ainda não compreendeu o que realmente é a Astrologia, com frequência nos deparamos com essa dúvida. Na verdade, com alguns mal-entendidos. A consciência individual e coletiva parece que ainda está longe de entender o significado da simbologia trazida pelo estudo dos astros. E a representação deles quando desenhados no Mapa Astral.
Numa sociedade que ainda não compreendeu o que realmente é a Astrologia, com frequência nos deparamos com essa dúvida. Na verdade, com alguns mal-entendidos. A consciência individual e coletiva parece que ainda está longe de entender o significado da simbologia trazida pelo estudo dos astros. E a representação deles quando desenhados no Mapa Astral.
Mas vamos lá. Não custa tanto tentar esclarecer o que é Astrologia. Ou pra quê fazer um Mapa Astral.Primeiramente, defendo a ideia de que só deve fazer uma consulta de Mapa Astral aquela pessoa que realmente se interessa e está disposta a estar ali. Minha experiência me ensinou que não adianta estar mais disponível a encarar um Mapa Astral individual, do que a própria pessoa que pediu aquela consulta. Independente de quem seja, se pagou ou não, ou o quanto seria bom para ela entender um pouco mais sobre si mesma através do seu Mapa.O Mapa Astral é um guia que serve para nos orientar - assim como consultamos um mapa geográfico para nos orientar numa cidade desconhecida, por exemplo. Mais especificamente, é um código que representa o que viemos fazer aqui na Terra, nesta vida, como é viver na própria pele, ser quem se é.
Aliás, "ser quem se é" é uma busca sem fim. E interpretar um Mapa Astral faz parte dessa busca. Através dele podemos decodificar de forma prática, ancorados na realidade, aqueles símbolos que estão ali desenhados. Que representam, em cada Mapa que analisamos, um universo em si mesmo. O universo particular de cada alma que decidiu viver aqui na Terra. E o que planejou experimentar ao longo de sua vida.Interpretar um Mapa Astral não é tarefa fácil, posso garantir. Exige do astrólogo muita experiência de vida, conhecimento dos símbolos, capacidade de síntese e uma sensibilidade refinada, capaz de filtrar a essência daquele momento individual e traduzir claramente o que a pessoa que está fazendo a consulta (o consulente) precisa entender.
E o que ela precisa entender? Como melhor administrar o seu momento de vida. Como melhor utilizar suas características individuais, representadas ali no Mapa Astral, para fazer sua vida fluir com mais significado. E significado também pode ser chamado de sentido, aquilo que nos toca em nossos sentimentos mais profundos e nos direciona para o caminho mais apropriado ao que somos intimamente. É como o sentido de uma seta (numa placa de trânsito) que aponta para onde devemos seguir.
Todo mundo precisa fazer Mapa Astral? Não, não. Aquelas pessoas que vivem suas vidas sempre conectadas consigo mesmas, que conseguem sempre sintonizar com um guia interior capaz de orientar para o caminho que melhor se adequa ao que buscam, não precisam de guias exteriores. Até porque ambos irão apontar para o mesmo caminho. Se a pessoa já sabe o caminho que lhe faz sentido (primeiramente, ela é uma sortuda!), não será necessário buscar uma religião, um mestre, uma terapia ou algum sistema simbólico (como a Astrologia) para dar seus passos na vida com a firmeza que precisa.
Mas, sinceramente, vejo que no mundo há muito mais pessoas que precisam desse eixo, desses guias externos do que pessoas incrivelmente iluminadas que encontram seus guias dentro de si. Ou pelo menos, mesmo aqueles indivíduos de extrema sabedoria experimentam, em algum momento da vida, o sentimento de vulnerabilidade, de desconexão com suas convicções internas e com seu guia íntimo. É nessas horas que a Astrologia pode ser melhor utilizada, pela clareza com que mostra nosso sentido na vida, a cada momento.
O papel do astrólogo entra aqui como uma figura de auxílio, jamais como alguém que possui um saber extraordinário, acima dos meros mortais. Muito pelo contrário, seria ótimo se a sociedade como um todo quebrasse com esse mito de que a Astrologia é um conhecimento baseado na adivinhação. Assim todos poderiam estudar e estarem aptos a interpretar um Mapa Astral.
É imprescindível que o astrólogo aja com o máximo de profissionalismo e faça jus a sua função. Não somente de traduzir e esclarecer aquilo que está representado no Mapa Astral, mas especialmente agir com muito respeito pelo ser humano ali a sua frente. Devemos lembrar que estamos ali para servir com nosso saber a pessoa que nos busca, somos somente uma ponte que liga a pessoa ao seu guia interior, representado pelo Mapa Astral. O que surge a partir daí fica por conta da própria pessoa e do que ela quiser fazer com o conhecimento que adquiriu sobre si mesma.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
UMA REFLEXÃO PARA O NOVO ANO
O clima de renovação parece que está tomando conta do momento em que estamos vivendo. Como já era esperado, nessa transição entre o ano de 2011 que chega ao fim e o de 2012 que está começando, podemos compartilhar um sentimento de desprendimento do que passou e esperança no que virá, bem típico desse período. Claro que observamos isso todos os anos, mas agora existe algo além do meramente esperado, que faz desse momento um tempo de renovação e profunda reflexão sobre o futuro que está chegando.
O céu do momento coloca o foco no signo de Capricórnio, de uma forma bem diferente da que estamos acostumados, pois fala muito mais de transformar o significado do signo do que mantê-lo. O simbolismo de Capricórnio traz o tema da realidade prática da vida, com seus desafios e recompensas. É quando cumprimos certas regras sociais que nos tornamos parte integrante da sociedade. Tendo em mente este simbolismo, percebemos que é nosso entendimento da realidade prática e social que está em transformação.
Ao longo da transição para o ano de 2012, teremos que lidar, de forma direta ou indireta, com temas que a princípio podem causar incômodo, pois estão de certa forma distantes de nossa vida cotidiana. O foco estará nos assuntos que envolvem o modo de vida a que estamos acostumados, a forma com que a sociedade atual se construiu e o que é preciso fazer para transformá-la em um ambiente mais apropriado para o desenvolvimento futuro da humanidade.
O céu do momento coloca o foco no signo de Capricórnio, de uma forma bem diferente da que estamos acostumados, pois fala muito mais de transformar o significado do signo do que mantê-lo. O simbolismo de Capricórnio traz o tema da realidade prática da vida, com seus desafios e recompensas. É quando cumprimos certas regras sociais que nos tornamos parte integrante da sociedade. Tendo em mente este simbolismo, percebemos que é nosso entendimento da realidade prática e social que está em transformação.
Ao longo da transição para o ano de 2012, teremos que lidar, de forma direta ou indireta, com temas que a princípio podem causar incômodo, pois estão de certa forma distantes de nossa vida cotidiana. O foco estará nos assuntos que envolvem o modo de vida a que estamos acostumados, a forma com que a sociedade atual se construiu e o que é preciso fazer para transformá-la em um ambiente mais apropriado para o desenvolvimento futuro da humanidade.
Já é de conhecimento geral, que a sociedade capitalista promoveu a destruição de maior parte dos recursos naturais do nosso planeta. A lógica do consumismo nos condicionou a querer sempre mais, o que se traduz em ter mais dinheiro para comprar mais. É essa lógica do consumismo que deve entrar em questionamento agora, pois será neste ano de 2012 que veremos o quão destrutivo foi viver tantos anos consumindo muito mais do que necessitamos.
Trazendo esses assuntos para uma realidade mais pessoal, podemos falar de mudança nos nossos hábitos diários, que juntos podem fazer sim diferença para a sociedade em maior escala. Por exemplo, por que não refletimos sobre o destino do lixo que produzimos em nossas casas? Será que não é hora de exigir por lei a coleta seletiva? O quanto nos responsabilizamos por aquilo que consumimos diariamente?
domingo, 2 de outubro de 2011
PARA EQUILIBRAR É PRECISO DIVIDIR
Um dos aprendizados mais importantes para este momento envolve o significado do signo de Libra. Representando o ponto que divide ao meio a sequência de signos do zodíaco, Libra também é conhecido como a Balança. Se quisermos escolher uma palavra que defina seu simbolismo, podemos dizer que “equilíbrio” é a palavra-chave para Libra. É a justa medida que equilibra os dois pratos da balança. Dentre outros significados, este signo fala da importância de olhar para o outro como um reflexo de si mesmo.
A busca pelo caminho do meio faz de Libra o signo mais associado à justiça e à capacidade de analisar as diversas perspectivas de um mesmo acontecimento. Já quando observamos a dinâmica dos librianos, percebemos que sua vida de modo geral gira em torno dos relacionamentos afetivos e das parcerias. Seja no trabalho, amor ou amizade, os librianos se sentem mais completos junto a alguém com quem se identificam e podem compartilhar sua vida.
Por outro lado, Libra pode escorregar na superficialidade ao buscar sempre agradar aqueles que estão perto. Quando os librianos evitam a discórdia para manter a harmonia a todo custo, acabam gerando um círculo vicioso difícil de manter. Abrir mão do seu ponto de vista ou de suas necessidades em prol do bem comum pode chegar a um extremo desagradável, em que a solução é desistir de tudo.
Libra diz que o amor equilibra e para equilibrar é preciso dividir, em dois. O eu se vê refletido no outro, porque é capaz de abrir mão de si mesmo e ver que o outro está dentro de si. Como um reflexo no espelho. Mas também aqui é preciso saber julgar, pois ambos os lados devem ser beneficiados, senão perde o equilíbrio da balança.
Saber o momento certo de recuar ou avançar, de dar a vez ao outro e também de se posicionar sem ofender, são sinais de que estamos nos aprimorando na arte de se relacionar. A maior lição que este signo traz é a descoberta de que relação é troca, é compartilhar com o outro aquilo que desejamos de melhor para nós mesmos.
Como representantes do simbolismo do signo, os librianos agora podem se sentir impelidos a cultivar hábitos que não estavam muito acostumados a ter, como decidir o rumo de sua própria vida ou cortar relacionamentos insatisfatórios. Outros podem sentir que toda sua estrutura de vida está de pernas pro ar e que é hora de ser radical. Mas em essência, este momento tem o propósito de fazer que todos os librianos encontrem em si uma força que os permita encarar os desafios que venham a surgir daqui em diante. Descobrindo que podem ser mais íntegros consigo mesmos e melhores companheiros para aqueles que merecem estar a seu lado.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
UM MUNDO EM TRANSIÇÃO
• VI CIRCUITO NACIONAL DE ASTROLOGIA
DATA: 1º de outubro de 2011
DURAÇÃO: de 13h às 19h
LOCAL: Mareiro Hotel
ENDEREÇO: Av. Beira Mar, 2380
ENTRADA: 1kg de alimento
[ou doações para o Lar Torres de Melo]
INSCRIÇÕES: regional.ce@gmail.com
MAIS INFORMAÇÕES: cnastrologia.org.br
Programação:
13h - Abertura do Evento - Coordenadoras da CNA Regional Ceará
Andréa Maluf - Coordenadora da CNA Regional Ceará
Clarissa Maia - Coordenadora Adjunta da CNA Regional Ceará
13h30 – ¨ASTROLOGIA E ANTROPOLOGIA: a contribuição da Etnografia como instrumento de pesquisa astrológica, um caminho possível.¨ Questiona-se até a atualidade em que campo ou segmento a astrologia se insere: ciência, misticismo, esoterismo, dentre outros. Nesse sentido, a palestra de Roxane Sales visa demonstrar como os estudos antropológicos permitem uma leitura deste saber milenar, através da construção de uma etnografia da astrologia, no qual considera-se os diversos campos. Enquanto ferramenta de intervenção, será considerado o conceito de “eficácia simbólica” de Lévi-Strauss, o qual retira a astrologia de dentro dos aprisionantes paradigmas e rótulos da biomedicina cartesiana, possibilitando que astrologia seja estudada dentro dos parâmetros da pesquisa qualitativa.
Roxane Mangueira Sales é astróloga, psicóloga Junguiana, mestranda em Saúde Coletiva, participante do grupo de pesquisa “Humanização dos Cuidados” coordenado pela Antropóloga Marilyn Kay, Nations CNPQ em parceria com Havard. É formada em Arteterapia e Psicologia Transpessoal.
14h10 - Intervalo: 5min para perguntas e 5min para troca de palestrante
14h20 - "LUA E SATURNO - a síndrome dos 27 anos". A palestra tem como base a relação de prazer/gozo e realidade na interação entre Astrologia e Psicanálise. Será analisada esta relação através dos mapas de artistas como Amy Winehouse e Kurt Cobain. ¨
Luiz Roberto Delvaux de Matos é astrólogo, psicólogo e psicanalista, atua há 22 anos na área astrológica.
15h - Intervalo: 5min para perguntas e 5min para troca de palestrante
15h10 - ¨ASTROLOGIA MÉDICA E SAÚDE MENTAL: astrologia, uma possibilidade de diagnóstico e intervenção¨. A astróloga Andréa Maluf apresenta sua pesquisa clínica realizada em pacientes acompanhados durante um ano em regime ambulatorial em uma unidade SUS, com diagnóstico de Depressão CID 10 - F33.0 - 33.9.
Andréa Maluf é astróloga, farmacêutica e Iniciada na OKR+C - Ordem Kabalística da Rosacruz. Reúne mais de 15 anos de prática em astrologia, dedicando-se também à área de atenção farmacêutica em saúde mental. É facilitadora do evento Noites Astrológicas, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, desde 1999 e atual Coordenadora da Regional CNA Ceará.
15h50 - Intervalo: 5min para perguntas e 5min para troca de palestrante
16h - Intervalo (30min)
16h30 - ¨O IMPACTO DOS ECLIPSES NO DESTINO PESSOAL: uma introdução sobre Nodos Lunares, eclipses e o caso Amy Winehouse¨. A astróloga Clarissa Maia apresenta a importância de observar a atuação dos eclipses na interpretação do Mapa Astral, como um catalizador do destino pessoal (simbolizado pelos Nodos Lunares do Mapa Natal).
Clarissa Maia é astróloga e estuda os processos evolutivos na simbologia astrológica, com enfoque na interpretação de Nodos Lunares. A experiência de 8 anos trabalhando com astrologia cármica está vinculada ao estudo em Psicologia Analítica, de Carl Gustav Jung. Assina a coluna de astrologia da revista Up! Women e o blog astrológico sincroniastral.blogspot.com e é atual coordenadora adjunta da Regional CNA Ceará.
17h10 - Intervalo: 5min para perguntas e 5min para troca de palestrante
17h20 - ¨A MAGIA ASTROLÓGICA - o princípio de correspondência: assim como é em cima é embaixo", um dos sete Princípios da Verdade, inscritos na Tábua de Esmeralda de Hermes Trimegistus, revela a relação entre o universo macrocósmico (externo) e o universo microcósmico (dentro de nós). A astrologia é um dos aspectos da Tradição Hermetista, mas ela não limita ao contexto oracular; há um aspecto ativo, a Magia Astrológica, que nos permite entrar em contato com as verdadeiras Potências que fazem com que a astrologia funcione, as Divindades Imortais.
Raul Moreira é engenheiro, sacerdote da Eclésia Ogdoádica (Aurum Solis), Mestre Maçom e Iniciado na organização OKR+C - Ordem Kabalística da Rosacruz.
18h - Intervalo: 5min para perguntas e 5min para troca de palestrante
18h10 - ¨ASTROLOGIA E CABALA - trabalhando com as energias planetárias¨. O presente trabalho visa apresentar um estudo das conexões que ligam a astrologia e a Cabala e como os iniciados do passado desenvolveram um trabalho prático e operativo em torno destas ciências herméticas, com a finalidade de utilizar as energias planetárias para estabelecer uma vida mais harmoniosa e realizada no ser humano. Muitas vezes chamada de ¨astrosofia¨, esta sabedoria antiga constitui a jóia de ouro de muitas organizações esotéricas importantes.
Raul Tessius Soares é delegado de Polícia Civil do Estado do Ceará, bacharel em Direito, iniciado nas organizações OKR+C - Ordem Kabalística da Rosacruz, AMORC – Antiga e Mística Ordem da Rosacruz (12° grau), Tradicional Ordem Martinista e Maçonaria.
18h50 - Intervalo: 5min para perguntas e 5min para troca de palestrante
19h - Encerramento do Evento - Coordenadoras da CNA Regional Ceará
Andréa Maluf - Coordenadora da CNA Regional Ceará
Clarissa Maia - Coordenadora Adjunta da CNA Regional Ceará
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
EXPANSÃO E CONTRAÇÃO
É importante compreender que existe na Vida uma dinâmica de expansão e contração. Nada é completamente bom ou ruim, fácil ou difícil, são somente processos diferentes que trazem avanço ou recuo. Mas que juntos tem a finalidade de promover a evolução e crescimento pleno de tudo que existe. Neste comentário, o astrólogo Antonio Carlos Bola Harres fala do processo de contração que pode ser associado ao trânsito dos planetas retrógrados. Neste momento, com Mercúrio, Urano, Netuno e Plutão em movimento aparente retrógrado no céu, podemos refletir sobre como lidar melhor com esse processo de revisão do significado de tais planetas.
"Retrógrado pode ser um símbolo do que se contrai, tal precisamos recuar o balanço para que ele ganhe amplitude em sua oscilação. O recuo na esgrima, pode atrair o adversário ao avanço que pode lhe expor à estocada fatal. Sem a contração do útero para gerar a expulsão, nenhuma criança veria a luz. Sístoles e diástoles são igualmente necessárias para que sangue circule. Na respiração, a expiração alivia a tensão da plenitude que a inspiração impõe e esta, libera da angústia do esvaziamento e da falta. Assim, devemos valorizar igualmente a expansão e a contração, o direto e o retrógrado, pois são movimentos do ciclo da vida, que tende sempre a esvaziar o pleno e encher o vazio, conforme a Lua nos recorda em suas fases, mensalmente."
Antonio Carlos Bola Harres
domingo, 3 de abril de 2011
PENSAR EM SI NÃO QUER DIZER PENSAR SÓ EM SI
Para entender o funcionamento da Astrologia, devemos ter em mente que os astros no céu representam nada mais do que uma imagem, que possui um conteúdo simbólico associado à vida prática. Dessa forma, podemos olhar para o simbolismo dos astros e relacioná-los à nossa vida, sem precisar responsabilizar um ou outro planeta por aquilo que acontece.Na verdade, eles só estão espelhando fora o que já existe dentro de nós, mesmo que de forma inconsciente. Tendo em mente essa ideia, podemos observar e decodificar o que o símbolo de cada astro nos traz.
Nesse processo de observação e descobertas, nos deparamos com algumas figuras inusitadas, como a configuração que está se mostrando no céu no primeiro semestre de 2011.
Um agrupamento de seis astros em um mesmo signo (Áries) se opõe a um único planeta no signo oposto (Libra), formando uma imagem parecida com um leque. (Sabe aqueles que toda avó tem um guardado? Não por acaso, agora eles estão voltando com tudo na moda!)
Além disso, os signos Áries e Libra simbolizam pontos de mutação na natureza. O que significa que tanta ênfase nessa polaridade traz à tona uma oportunidade de promovermos guinadas em nossa vida.

Áries deixa no ar um sentimento de fé em si mesmo e confiança de que, no fim, tudo termina bem. Agir com base nas próprias ideias e impulsos parece ser a melhor (ou a única) solução para qualquer questão. Isso faz com que o clima de competitividade aumente consideravelmente, pois todo mundo fica querendo afirmar o próprio ego, ser o melhor.
Por outro lado (enfim, para tudo existe um outro lado), não podemos nos esquecer de que Libra está no extremo oposto, nos desafiando a olhar para quem está próximo. Libra é o signo dos relacionamentos por excelência e sua participação aqui nos lembra que, pensar por si é muito bom, mas isso não significa pensar só em si mesmo.
Por outro lado (enfim, para tudo existe um outro lado), não podemos nos esquecer de que Libra está no extremo oposto, nos desafiando a olhar para quem está próximo. Libra é o signo dos relacionamentos por excelência e sua participação aqui nos lembra que, pensar por si é muito bom, mas isso não significa pensar só em si mesmo.
Há a necessidade de cuidado com os relacionamentos. Nesse momento, não é hora de ser leviano ou ter caprichos infantis. Ou seja, fazer só o que se quer, do jeito e na hora que se quer, sem prestar atenção ao quanto isso afeta outras pessoas, pode ser fatal. As relações importantes tendem a sofrer abalos inesperados, enquanto relacionamentos frágeis podem se romper pelos mínimos motivos.O mais interessante dessa configuração é que nela existe a possibilidade de troca e crescimento para as pessoas envolvidas. A essência deste momento mostra que, ao compartilhar com o outro o que para você é importante, contribui para o progresso de todos e da relação em si.
Como na Astrologia observamos o símbolo para interpretá-lo na vida, é fácil deduzir que a imagem formada pelos astros agora nos traz uma charada. Vejamos que o leque é um acessório simples e elegante, que serve para nos abanar no calor. Claro, devemos usá-lo sim, mas com cuidado. Para não exagerar e acabar abanando demais nosso próprio ego.
sexta-feira, 18 de março de 2011
AS SEMENTES DE UM NOVO TEMPO
• I Encontro Nacional de Astrologia da CNA
data: 26 e 27.03.2011
horário: das 11:00 às 18:00
cidade: São Paulo
endereço: Livraria Cultura
do Shopping Villa Lobos –
Av. Nações Unidas, 4777
Entrada GRATUITA
• Programação:
SÁBADO, 26 de março de 2011
11h00m – PAINEL “ASTROLOGIA: MANUAL DE INSTRUÇÕES”
1. Palestrante : Adriane Fayet (PR)
Título da palestra: Conectados desconectados
Sinopse : A astrologia pode ser uma ferramenta para nos conectarmos à vontade do céu. Qual é o tempo do céu e o que podemos escolher.
2. Palestrante: Alexey Dodsworth (SP)
Título da palestra: Astrologia, astronomia e a polêmica da mudança dos signos
Sinopse: Algumas autoridades da ciência oficial realizam constantes críticas contra a Astrologia. O que faz sentido e o que não faz sentido nestas manifestações. O que é “signo astrológico”.
12h00m – Intervalo para almoço
13h30m - PAINEL “ASTROLOGIA CONTEMPORÂNEA”
1. Palestrante: Eduardo Loureiro Jr. (Distrito Federal)
Título: Era uma vez um quincunce e foram felizes para sextil — uma astrodramaturgia dos aspectos.
Sinopse: Os aspectos, em astrologia, indicam a distância angular entre os planetas, expressando a relação que os planetas têm uns com os outros em determinado momento. A presente palestra mostrará como essa distância/relação pode ser interpretada em termos de uma sequência dramática similar à que encontramos em peças, filmes e livros.
2. Palestrantes: Vanessa Guazzelli e Fabiana Pizetta (Rio Grande do Sul)
Título: Lua Negra – princípios para interpretação e trânsito atual
Sinopse: Abordaremos os princípios que fundamentam nossa interpretação da Lua Negra em mapa natal e em trânsito, trazendo alguns exemplos e observando sua posição atual no céu, em consideração à entrada de Urano em Áries e de Netuno em Peixes.
14h30m – PAINEL “ASTROLOGIA E RECURSOS TERAPÊUTICOS”
1. Palestrante : Mônica Laudares (MG)
Título: Plutão em Capricórnio, no consultório
Sinopse: Uma reflexão de como lidamos com a perda do poder, status, separações e superações, experiências humanas arquetípicas. Relatos e depoimentos de casos em um consultório de psicologia e astrologia sobre o efeito transformador do sofrimento. Como será o caminho para a cura, já que muitas vezes o sofrimento é um grande enigma?
2. Palestrante: Andrea Maluf (CE)
Título: Astrologia médica e saúde mental
Sinopse: Astrologia, possível indicador terapêutico?
15h30m – Intervalo
15h45m – PAINEL “ASTROLOGIA, DINÂMICAS PSICOLÓGICAS E ESPIRITUAIS”
1. Palestrante: Gicele Alakija (BA)
Título: O mapa astrológico na terapia de regressão a vidas passadas
Sinopse: Relato de experiências de consultório: o uso do mapa astrológico nas diversas etapas da terapia; comparação entre padrões cármicos evidenciados no mapa natal de pacientes e suas histórias de vidas passadas relativas a esses padrões; o uso de trânsitos e revoluções solares como ”pontes” no processo para realizar mudanças na vida atual.
2. Palestrante: Rodrigo Araês C. Farias
Título: Análise de um caso de mapa familiar, por casas derivadas.
Sinopse: A partir do mapa da Matriarca de uma família de 14 filhos, 28 netos, e demais agregados, mostrar que o método de casas derivadas pode funcionar como um indicador astrológico de constelação familiar. Estudo de similaridades e complementos familiares.
16h45 – PAINEL “ASTROLOGIA TRADICIONAL”
1. Palestrante: Rodolfo Veronese (Rio de Janeiro)
Título: As Grandes Conjunções
Sinopse: Uma exposição das técnicas de Astrologia Mundial da era Medieval e suas questões técnicas e político-religiosas.
2. Palestrante: Guy Taillade (Ceará)
Título: Astrologia tradicional e a distinção entre profissão, carreira, trabalho e vocação.
Sinopse: Profissão e vocação são termos aparentemente sinônimos, mas que na realidade diferem entre si. O que significam de fato? Como podemos identificar e diferenciar profissão de vocação numa carta astrológica, segundo a Astrologia Tradicional?
17h45m – Cerimônia de Transição da Diretoria da Central Nacional de Astrologia
•
DOMINGO, 27 de março de 2011
14h00m – PAINEL “ASTROLOGIA POLÍTICA”
1. Palestrante: Mauricio Bernis (SP)
Título: O Governo Dilma e o Brasil em 2011 – Economia, Negócios e Política
Sinopse: Uma visão astrológica das possibilidades de negócios e investimentos e da economia brasileira e mundial.
2. Palestrante: Carlos Dum (Venezuela)
Título: O verdadeiro mapa de Hugo Chávez
Sinopse: Diversos sites de Astrologia divulgam mapas astrológicos contraditórios para Hugo Chávez. Nesta palestra, você terá acesso a uma análise do perfil do presidente da Venezuela, de acordo com seu verdadeiro horário de nascimento, fornecido por sua própria mãe.
15h00m – PAINEL “ASTROLOGIA E SOCIEDADE”
1. Lydia Vainer (SC)
Título: A trajetória dos planetas lentos e comportamento das gerações
Sinopse: O tema versa sobre a mudança de enfoque social, cultural e comportamental de cada geração e sua relação com as mudanças de signos de Plutão, Urano e Netuno. A analise será feita a partir de um estudo histórico desde o final do século 19 até os dias de hoje.
2. Palestrante: Maurice Jacoel (DF)
Título: O ciclo do planeta Urano, em relação à história do Brasil e ao novo Governo.
Sinopse: Uma reflexão sobre o trânsito de Urano em Áries na história brasileira e sua importância no novo governo.
16h00m – Intervalo
16h15m – PAINEL “ASTROLOGIA E RELAÇÕES HUMANAS”
1. Palestrante: Giane Portal (RS)
Título: A Entrada de Urano em Áries e os Relacionamentos
Sinopse: Que transformações nas maneiras de se relacionar vêm por aí? A configuração celeste atual sob ponto de vista das relações humanas, no aspecto social e pessoal.
2. Palestrante: Titi Vidal (SP)
Título: Olhando para si mesmo para olhar para o outro – Como se relacionar melhor conhecendo o próprio mapa natal.
Sinopse: Neste momento astrológico, não podemos mais jogar a responsabilidade pela felicidade e pelo sucesso da relação no outro. A proposta é mostrar a importância da análise do mapa natal como um todo sob a perspectiva dos relacionamentos.
17h15m – PAINEL “ASTROLOGIA: TIRE SUAS DÚVIDAS”
Mesa redonda com todos os participantes do evento para uma interação com o público. Perguntas serão selecionadas de acordo com sua relevância e dirigidas (ou não) a palestrantes específicos.
17h50m – ENCERRAMENTO
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